Hoje ocorreu onde trabalho, no Tribunal de Justiça - RS, o cadastro de Doadores de Medula Osséa.
O procedimento é bem simples:
* É feito o preenchimento de um formulário com suas informações;
* Outro fomulário para o SUS;
* Retirada uma amostra de sangue.
Aqui, seguem informações mais concretas e um tira dúvida pra você que quer ajudar:
SALVE VIDAS!
Atualmente 1,2 mil pessoas aguardam por um transplante de medula óssea. Para se habilitar a ser doador de medula, o interessado deve se dirigir a uma das unidades espalhadas por todo o estado (confira endereços ao final da matéria), fazer um cadastro com seus dados para contato e retirar uma pequena quantidade de sangue que integrará o Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME). Essa coleta é feita somente uma vez e, a partir daí, o doador fica cadastrado até completar 60 anos e é automaticamente verificada a compatibilidade.
Caso seja compatível com algum integrante da lista de espera, é contatado e questionado se realmente deseja fazer a doação. É importante manter dados como telefones e endereço atualizados, a fim de possibilitar sua localização.
Confira a seguir algumas informações sobre o transplante de medula óssea, segundo o site do Instituto Nacional do Câncer (INCA):
Perguntas frequentes
O que é compatibilidade?
Para que se realize um transplante de medula é necessário que haja uma total compatibilidade entre doador e receptor. Caso contrário, a medula será rejeitada. Esta compatibilidade é determinada por um conjunto de genes localizados no cromossoma 6, que devem ser iguais entre doador e receptor. Com base nas leis de genética, as chances de um indivíduo encontrar um doador ideal entre irmãos (mesmo pai e mesma mãe) é de 25%.
O que fazer quando não há um doador compatível na família?
Quantos estão cadastrados no REDOME?
Como é o transplante para o doador?
Antes da doação, o doador faz um rigoroso exame clínico incluindo exames complementares para confirmar o seu bom estado de saúde. Não há exigência quanto à mudança de hábitos de vida, trabalho ou alimentação. A doação é feita em centro cirúrgico, sob anestesia, e tem duração de aproximadamente duas horas. Retira-se um volume de medula do doador de, no máximo, 15%. Esta retirada não causa qualquer comprometimento à saúde. Dentro de poucas semanas, a medula óssea do doador estará inteiramente recuperada.
Como é o transplante para o paciente?
Depois de se submeter a um tratamento que ataca as células doentes e destrói a própria medula, o paciente recebe a medula sadia como se fosse uma transfusão de sangue. Essa nova medula é rica em células chamadas progenitoras que, uma vez na corrente sangüínea, circulam e vão se alojar na medula óssea, onde se desenvolvem.
Locais permanentes de cadastramento (no Interior do Estado, é necessário ligar e se informar sobre os dias e horários de coleta)
Porto Alegre
Hemocentro (Av. Bento Gonçalves, 3722 - Fone (51) 3336.6755)
Hospital de Clínicas (Rua São Manoel, 543 - Fone (51) 3359.8504)
Santa Casa (Av. Independência, 75 - Fone (51) 3214.8670)
Alegrete
Hemocentro (Rua Gen. Sampaio, 10 - Fone (55) 3426.4127)
Caxias do Sul
Hemocentro (Rua Ernesto Alves, 2260 - Fone: (54) 3290.4576/ 3290.4577)
Cruz Alta
Hemocentro (Rua Barão do Rio Branco, 1445 - Fone (55) 3326.3168)
Palmeira das Missões
Hemocentro (Rua Nassib Nassif esquina Gen. Osório, 351 - Fone (55) 3742.5676)
Passo Fundo
Hemocentro (Av. Sete de Setembro, 1055 - Fone: (54) 3311.5555)
Pelotas
Hemocentro (Av. Bento Gonçalves, 4569 - Fone (53) 3222.3002)
Santa Maria
Hemocentro (Rua Alameda Santiago do Chile, 35 - (55) 3221.5262/ 3221.5192)
Santa Rosa
Hemocentro (Rua Boa Vista, 401)

Olá, blogueiro (a),
ResponderExcluirSalvar vidas por meio da palavra. Isso é possível.
Participe da Campanha Nacional de Doação de Órgãos. Divulgue a importância do ato de doar. Para ser doador de órgãos, basta conversar com sua família e deixar clara a sua vontade. Não é preciso deixar nada por escrito, em nenhum documento.
Acesse www.doevida.com.br e saiba mais.
Para obter material de divulgação, entre em contato com comunicacao@saude.gov.br
Atenciosamente,
Ministério da Saúde
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